Em sua decisão, o juiz afirmou que o ofício foi apresentado por “pessoa que não detém legitimidade” e pediu que Moura apresente documento que comprove tem condições de fazer o pedido.
Também disse que o ofício não permite concluir que a segurança pública municipal estaria resguardada. “Não há qualquer informação do Comandante da Polícia Militar e do Ministério Público Eleitoral […] que a segurança da coletividade está resguardada”.
Moura questiona o fato de o juiz tratar o comunicado como para a realização de uma carreata, quando, na verdade, se trata de uma caminhada. “São coisas bem diferentes. Vou denunciar esse juiz à Corregedoria no Tocantins e ao Conselho Nacional de Justiça [CNJ]”, avisou o deputado eleito.
Após a decisão contra a carreata, o juiz fez outro despacho em que estende a proibição a “passeata ou qualquer outro evento congênere”, para “resguardar a segurança da coletividade, assim como auferir a legitimidade do peticionante”. Fonte 
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