Em Marabá Bolsonaro diz que Lula é um grande canalha e bandido.


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Neste final de semana, o deputado federal Jair Messias Bolsonaro, e pré-candidato à presidência do Brasil esteve visitando  às cidades de Marabá, Parauapebas e Canaã do Carajás no estado do Pará. Em sua passagem por Marabá o presidencial aproveitou o momento para criticar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que está preso desde o dia 7 de abril na sede da Polícia Federal, em Curitiba – PR. 

“Eu não quero mais o Lula preso, quero o Lula em cana, esse bandido tentou um movimento recentemente para se livrar das grades e dos crimes e ele cometeu. Mas como temos pessoas de bem ainda no Brasil, como o Sérgio Moro e entre outros, esse bandido vai continuar lá, e a gente espera que o Supremo Tribunal Federal, não coloque para fora esse grande canalha chamado Luiz Inácio Lula da Silva”. Disse Bolsonaro sobre Lula, em Marabá – PA.

Durante o discurso, Bolsonaro afirmou que homicídio tem que ser respondidos com “bala”, e não dentro da lei 

“homicídios têm que ser respondidos com “bala”, e não dentro da lei”. Bolsonaro discursou ao lado de Silvério Fernandes, irmão de Luciano Fernandes, empresário de Anapu (PA)

Ao desembarcar no aeroporto do município de Marabá, Bolsonaro foi recepcionado por centenas de pessoas que o aguardava, em seguida realizou discursos de campanha e seguiu viagem para as cidades de Parauapebas e Canaã do Carajás, onde foi carregado nos braços pela multidão aos gritos de “Mito, Mito”.


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O deputado e presidenciável publicou nas redes sociais a foto em que aparece sendo carregado pelos admirados “Obrigado Pará! Meu muito obrigado pela consideração de todos!‬” Disse o parlamentar. Em Canaã eleitos do Bolsonaro realizaram uma “vaquinha” para arrecadação de fundos com o principal objetivo de colocar um outdoor do pré-candidato no município.
Portal Voz do Brasil analisou as principais pesquisas de intenções de votos, e de acordo com a maioria dos institutos de pesquisas, Jair Bolsonaro lidera as intenção de votos para a presidência do Brasil em dois cenários que excluem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Quando o petista está no páreo, a liderança é dele. Bolsonaro aparece à frente de nomes como Marina Silva (Rede), Ciro Gomes (PDT), Joaquim Barbosa (PSB) e Geraldo Alckmin (PSDB). Quando o nome de Lula aparece como candidato, é o petista que lidera a pesquisa.
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Bolsonaro, em cerca de 25 anos ininterruptos de Congresso conseguiu aprovar, entre 171 apresentados, dois projetos de lei e uma emenda: uma PEC que prevê emissão de “recibos” junto ao voto nas urnas eletrônicas, uma proposta que estende o benefício de isenção do Imposto sobre Produto Industrializado (IPI) para bens de informática e outra que autoriza o uso da fosfoetanolamina. A emenda que o deputado propõe é que um comprovante seja impresso para evitar fraudes na contagem eletrônica de votos por não existir “nenhum país no mundo” que use a mesma tecnologia que a brasileira, ao insinuar que a urna eletrônica brasileira não é confiável, apesar do sistema ser testado periodicamente. De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), isto geraria custos adicionais de cerca de 1,8 bilhão de reais aos cofres públicos. O parlamentar justificou a aprovação de uma única emenda alegando que não recebe apoio suficiente dos demais congressistas por sofrer “discriminação” por possuir ideais direitistas.
Em entrevista ao quadro Dois dedos de prosa do Programa do Ratinho, Bolsonaro foi questionado sobre sua opinião sobre a unificação das polícias militar e civil. Em resposta o político afirmou que não a apoia, justificando que “a polícia civil tem uma função e a polícia militar tem outra”, que “se as polícias forem unificadas, serão tirados os uniformes delas”, e que “terão problemas infindáveis nisso”.
Bolsonaro foi o autor de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê que o Sistema Único de Saúde (SUS) realize cirurgias de laqueadura e vasectomia em maiores de 21 anos que desejarem realizar o procedimento. Bolsonaro argumentou que muitas famílias pobres não têm dinheiro para fazer cirurgias como essas e teriam dificuldades em realizar um planejamento familiar por esse motivo.
Em 2016, se posicionou contrário a anistia ao caixa 2, uma emenda articulada principalmente por partidos e parlamentares envolvidos na Operação Lava Jato, para anistiar crimes de caixa 2. Em outubro de 2016, o parlamentar participou de um evento em Brasília em apoio à liberação da vaquejada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Foto reprodução: assessoria de comunicação do jair bolsonaro 
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